Quero aqui desejar um ótimo ano novo a todos!!
Deixo aqui hoje uma mensagem tri boa e amanhã vamos rever uns memes que fizeram sucesso esse ano.
Até mais.
Link aqui.
Li uma entrevista com o Felipe Massa - corredor de fórmula 1 pela Ferrari - que atingiu numa reta a velocidade de 361,8 Km/h. O repórter lhe perguntou o que ele via correndo numa velocidade dessas: “Nada” respondeu ele. “Só olho para frente. Não olho para os lados”. Não dá para contemplar a paisagem, concluía ele”.
Pensando nessa resposta me veio à imagem de que estamos andando na vida como numa Ferrari. Andamos tão rápidos que não estamos vendo a paisagem e isso é muito ruim para nossas vidas.
Quantos empresários e vendedores estão numa corrida louca olhando para frente em busca de novos clientes e se esquecem de cuidar e olhar para aqueles que já são clientes. Esquecem de cuidar dos funcionários que são seus primeiros clientes.
Quantos maridos nessa corrida olham para outras mulheres e esquecem de olhar e perceber as qualidades da sua esposa. E o mesmo acontece com as esposas.
Quantos Pais correm tanto para ganhar dinheiro e esquecem de olhar para os seus filhos. esquecem de acompanhá-los, de educá-los.
Quantos filhos não têm tempo para ver, passear, ouvir e visitar seus pais.
Corremos tanto que não vemos a nossa saúde, não temos tempo para nós mesmos. O Dalai Lama diz que acha estranho as pessoas gastarem a saúde para ganhar dinheiro e depois que ganham, gastam o dinheiro para recuperar a saúde.
Corremos tanto que não estamos vendo a beleza das flores, do pôr do sol, da nossa família. Não temos TEMPO para viver e nem para Deus o autor da vida e da felicidade. Você reza? Quanto tempo você reza por dia?
Buscamos desesperados a felicidade fora, quando a temos tão perto de nós. Só precisamos ver e sentir. Mas essa corrida não deixa.
Em 2013 pare um pouco amigo. Não espere o pior acontecer para parar. Muita gente só pára quando acontece uma desgraça, uma doença grave, a morte de alguém próximo, um acidente de automóvel e por problemas econômicos graves. Aí nos perguntamos: por que Deus fez isso comigo? Será que foi Deus????
Nesse ano de 2013, organize sua vida. Trabalhe, construa uma carreira bonita, mas olhe a paisagem. Olhe a vida, olhe as pessoas, olhe para sua família, olhe para você, para seu corpo, para a beleza da vida. Olhe para Deus, reze, medite e renove seus valores. Correr tanto, deixe para o Felipe Massa, ele vive disso. As coisas que buscamos fora estão tão perto de nós, só precisamos percebê-las.Pense nisso.
(Prof. Adroaldo Lamaison)
Obrigado pela sua visita, seja como foi que você chegou até aqui, sinta-se em casa para comentar e seguir, também você pode deixar uma sugestão de piada, mande-a para meu Twitter, o mais breve possível eu atenderei. Um pouco mais sobre este humilde Blog: Piada Do Dia1 foi criado, ou melhor, inaugurado no dia 1º de abril, um tanto quanto sugestivo, e tem como objetivo passar a todos o meu conhecimento sobre piadas (#NemMeAchei) com atualizações, diárias a principio, para assim alegrar seu dia
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domingo, 30 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
O cavalo e o Porco
Boa noite, então como dito ontem, hoje foi o dia mais esperado da matança do porco, o dia de fazer salames e torresmo, e claro, já degustar algo neh...
Então o dia de hoje é de crônicas, achei ontem quase sem querer uma que citava porcos, então vai ser postada hoje.
Link aqui e até mais.
Flw
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário : - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa ! No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse : - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse : - Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar ! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! Você venceu, Campeão ! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!" Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ???
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se : Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
PENSE NISSO E TENHA UM BOM DIA!!!!!!!
Então o dia de hoje é de crônicas, achei ontem quase sem querer uma que citava porcos, então vai ser postada hoje.
Link aqui e até mais.
Flw
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário : - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa ! No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse : - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse : - Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar ! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! Você venceu, Campeão ! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!" Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ???
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se : Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
PENSE NISSO E TENHA UM BOM DIA!!!!!!!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Viver ou juntar dinheiro?
Pela minha demora vocês acharam que tinha acabado o mundo pra min neh?
Pelo contrário, tô ainda aí pra incomodar muito ainda.
Link da postagem aqui.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
Que tal um cafezinho?
(Max Gehringer)
Pelo contrário, tô ainda aí pra incomodar muito ainda.
Link da postagem aqui.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
Que tal um cafezinho?
(Max Gehringer)
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Os olhos de quem vê
Boa noite galera, posteriormente estarei publicando a novidade prometida ante ontem e a postagem bônus.
Hoje falaremos de riqueza e pobreza, afinal, quem não conhece pessoas tão pobres que só tem dinheiro?
Certo, é melhor sofrer em Roma do que sei lá, uma outra cidade, mas lembre-se quem tem amigos VERDADEIROS tem tudo.
Não quero aqui fazer um discurso socialista, mas sim mostrar a verdadeira importância dos amigos e das coisas simples da vida.
Link aqui.
Até a proxima postagem.
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais, o status, o prestígio social. O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa de um morador da fazenda de seu primo.
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí filhão, o que achou da viagem?
- Muito boa papai, respondeu o pequeno.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! Retrucou o filho.
- E o que você aprendeu com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão paupérrimo?
O menino respondeu:
- Eu vi que nós temos só um cachorro em casa e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não têm fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer - soltas!O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais. Então comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho passei vergonha, pois não sabia sequer rezar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa papai: dormi na rede do Tonho enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai por me mostrar o quanto nós somos pobres!
MORAL DA HISTÓRIA
Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz que irá determinar a sua felicidade, mas o que você pensa sobre as coisas!
Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza.
Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então...
Você tem tudo!
Hoje falaremos de riqueza e pobreza, afinal, quem não conhece pessoas tão pobres que só tem dinheiro?
Certo, é melhor sofrer em Roma do que sei lá, uma outra cidade, mas lembre-se quem tem amigos VERDADEIROS tem tudo.
Não quero aqui fazer um discurso socialista, mas sim mostrar a verdadeira importância dos amigos e das coisas simples da vida.
Link aqui.
Até a proxima postagem.
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais, o status, o prestígio social. O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa de um morador da fazenda de seu primo.
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí filhão, o que achou da viagem?
- Muito boa papai, respondeu o pequeno.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! Retrucou o filho.
- E o que você aprendeu com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão paupérrimo?
O menino respondeu:
- Eu vi que nós temos só um cachorro em casa e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não têm fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer - soltas!O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais. Então comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho passei vergonha, pois não sabia sequer rezar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa papai: dormi na rede do Tonho enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai por me mostrar o quanto nós somos pobres!
MORAL DA HISTÓRIA
Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz que irá determinar a sua felicidade, mas o que você pensa sobre as coisas!
Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza.
Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então...
Você tem tudo!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
O pote rachado
Boa madrugada a todos, hoje vamos voando contra o relógio para postar a baita mensagem de hoje...
Boa leitura, destaco que o link é esse e até mais.
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Boa leitura, destaco que o link é esse e até mais.
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Sapos fervidos
Boa noite!!
Baah, se alguém percebeu que as postagens as 11 e 49 estão cada vez mais raras, desculpa, esse é o tempo que sobro pra minha diversão diária.
Então, se der tempo em breve termos mais postagens no horário normal.
Hoje a postagem é um baita texto, recomendo a todos vocês!!!
Boa leitura, obrigado pelas muitas visitas diárias, aqui lembrando de uma vinda da Polônia...
Polônia me lembra Melissa, Bidê ou Balde, naquela parte...
"Te fiz um mambo, Melissa
Sobre cegos na Polônia"
Isso é o que me vem na mente falando de Polônia.
Link aqui e boa leitura que já enrolei de mais por hoje.
Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que se aquece à a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente), e morre quando a água ferve inchado e feliz. Por outro lado outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!
Algumas pessoas tem um comportamento similar ao do Sapo Fervido.
Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que tudo passa, que é só dar um tempo, e quebram, ou fazem um grande estrago em suas empresas, "morrendo"sem ter percebido as mudanças. Outros, vendo as transformações, pulam, saltam, em ações que representam as mudanças necessárias.
Vários Sapos Fervidos estão por ai, prestes a morrer, porém boiando estáveis na água que se aquece a cada minuto. Sapos Fervidos que não percebem que o conceito de administrar mudou.
Os Sapos Fervidos não perceberam, também:
a) que além de serem eficientes (Fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (Fazer as coisas certas) .
b) Que o clima deve ser favorável ao crescimento profissional com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para o compartilhamento, para o planejamento e para uma relação adulta.
O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva.
Durante anos cultivamos o individualismo e a mudança exige como resposta o esforço coletivo, a essência da eficácia.
Tornar as ações coletivas exige muita competência interpessoal para o desenvolvimento do espírito de equipe, exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir.
Os Sapos Fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é a obediência e não a competência, que manda quem pode e obedece quem tem juízo, "boiarão" no mundo da produtividade, da qualidade e do livre mercado, e não sobreviverão.
Acordem Sapos Fervidos... saiam dessa, o mundo mudou, pulem fora entes que a água ferva. O Brasil e a nova ordem econômica precisam de vocês vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir, agora.
Baah, se alguém percebeu que as postagens as 11 e 49 estão cada vez mais raras, desculpa, esse é o tempo que sobro pra minha diversão diária.
Então, se der tempo em breve termos mais postagens no horário normal.
Hoje a postagem é um baita texto, recomendo a todos vocês!!!
Boa leitura, obrigado pelas muitas visitas diárias, aqui lembrando de uma vinda da Polônia...
Polônia me lembra Melissa, Bidê ou Balde, naquela parte...
"Te fiz um mambo, Melissa
Sobre cegos na Polônia"
Isso é o que me vem na mente falando de Polônia.
Link aqui e boa leitura que já enrolei de mais por hoje.
Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que se aquece à a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente), e morre quando a água ferve inchado e feliz. Por outro lado outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!
Algumas pessoas tem um comportamento similar ao do Sapo Fervido.
Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que tudo passa, que é só dar um tempo, e quebram, ou fazem um grande estrago em suas empresas, "morrendo"sem ter percebido as mudanças. Outros, vendo as transformações, pulam, saltam, em ações que representam as mudanças necessárias.
Vários Sapos Fervidos estão por ai, prestes a morrer, porém boiando estáveis na água que se aquece a cada minuto. Sapos Fervidos que não percebem que o conceito de administrar mudou.
Os Sapos Fervidos não perceberam, também:
a) que além de serem eficientes (Fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (Fazer as coisas certas) .
b) Que o clima deve ser favorável ao crescimento profissional com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para o compartilhamento, para o planejamento e para uma relação adulta.
O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva.
Durante anos cultivamos o individualismo e a mudança exige como resposta o esforço coletivo, a essência da eficácia.
Tornar as ações coletivas exige muita competência interpessoal para o desenvolvimento do espírito de equipe, exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir.
Os Sapos Fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é a obediência e não a competência, que manda quem pode e obedece quem tem juízo, "boiarão" no mundo da produtividade, da qualidade e do livre mercado, e não sobreviverão.
Acordem Sapos Fervidos... saiam dessa, o mundo mudou, pulem fora entes que a água ferva. O Brasil e a nova ordem econômica precisam de vocês vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir, agora.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Pacote de bolachas
Boa noite a todos, hoje a postagem será copiada de um blog de uma amiga minha, e também seguidora deste humilde Blog.
A postagem é tri legal, não deixem de visitar o blog dela e de ler o texto.
Em breve uma postagem conjunta Kah??
É de se pensar.
Fui.
Uma moça estava a espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona, onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento!”
A cada bolacha que ela pegava , o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah...o que esse abusado vai fazer agora?”
Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva!
Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho!
Ela sentiu tanta vergonha pois percebeu que a errada era ela!
Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa...
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar.. nem pedir desculpas!
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso! Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa!
Não tire conclusões precipitadas sobre as pessoas!
A postagem é tri legal, não deixem de visitar o blog dela e de ler o texto.
Em breve uma postagem conjunta Kah??
É de se pensar.
Fui.
Uma moça estava a espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona, onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento!”
A cada bolacha que ela pegava , o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah...o que esse abusado vai fazer agora?”
Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva!
Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho!
Ela sentiu tanta vergonha pois percebeu que a errada era ela!
Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa...
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar.. nem pedir desculpas!
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso! Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa!
Não tire conclusões precipitadas sobre as pessoas!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ame o que você tem!
Beleza de feriado neh?
Não, pra min do interiorrr não, tem que trabalhar ao mesmo, mas faz parte.
Então, hoje nesse feriado que irei trabalhar, vamos postar uma baita história, cabe a você ler e tirar suas conclusões. Reflexões e atitudes também são validas.
O link é esse aqui.
Até mais.
Um namorado deu de presente a sua namorada uma boneca. Ela com raiva jogou a boneca no meio da rua, bem na hora que seu namorado ia chegando.
Ele disse:
Por que você jogou a boneca fora?
E ela respondeu:
Porque odiei o presente!
Ele estava indo pegar a boneca, quando derrepente um carro o atropelou causando sua morte de imediato.
No dia do seu enterro, sua namorada chorando muito, pegou a boneca e a abraçou. Derrepente um som saiu da mesma dizendo: QUER CASAR COMIGO?
Então ela emocionada deixou a boneca cair, do bolço esquerdo da boneca caíram duas alianças e junto um bilhete onde estava escrito a seguinte frase:
"AME O QUE VOCÊ TEM, ANTES QUE A VIDA ENSINE-O A AMAR O QUE VOCÊ TINHA!"
Não, pra min do interiorrr não, tem que trabalhar ao mesmo, mas faz parte.
Então, hoje nesse feriado que irei trabalhar, vamos postar uma baita história, cabe a você ler e tirar suas conclusões. Reflexões e atitudes também são validas.
O link é esse aqui.
Até mais.
Um namorado deu de presente a sua namorada uma boneca. Ela com raiva jogou a boneca no meio da rua, bem na hora que seu namorado ia chegando.
Ele disse:
Por que você jogou a boneca fora?
E ela respondeu:
Porque odiei o presente!
Ele estava indo pegar a boneca, quando derrepente um carro o atropelou causando sua morte de imediato.
No dia do seu enterro, sua namorada chorando muito, pegou a boneca e a abraçou. Derrepente um som saiu da mesma dizendo: QUER CASAR COMIGO?
Então ela emocionada deixou a boneca cair, do bolço esquerdo da boneca caíram duas alianças e junto um bilhete onde estava escrito a seguinte frase:
"AME O QUE VOCÊ TEM, ANTES QUE A VIDA ENSINE-O A AMAR O QUE VOCÊ TINHA!"
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Qual é a moral da história??
Fim de semana de novo... Que bom.
Isso significa que teremos moral da história hoje, hoje com historinhas curtas, mas profundas.
Divirtam-se e até mais.
Link aqui.
Um homem gostava mais do seu carro do que qualquer outra coisa. Certo dia, o carro bateu no poste e deu perda total. Para ter uma lembrança do carro do qual tanto gostava, ele pediu que fizessem uma espada com a sucata restante. Tempo depois, a casa do sujeito foi invadida por um assaltante. Eles começaram a brigar até que o assaltante encontrou a espada e a usou para matá-lo.
Qual é a moral da história ?
Não faça do seu carro uma arma, a vítima pode ser você.
Jesus e seus apóstolos estavam digitando textos da Bíblia nos micros da rede da sinagoga. De repente, caiu a força e todos perderam os textos que haviam digitado, exceto Jesus.
Qual é a moral da história ?
Só Jesus salva.
Dois portugueses, Manuel e Joaquim, andavam pela rua quando viram um montinho de cocô no chão. Manuel parou e falou: "Joaquim, eu pago R$ 1.000 se você comer esse cocô aí no chão". Joaquim comeu o cocô e ganhou seus R$ 1.000. Duas quadras adiante, o próprio Joaquim encontrou um montinho de cocô no chão e falou: "Se você comer esse cocô eu também te pago R$ 1.000". Ele comeu e também recebeu o dinheiro.
Qual é a moral da história ?
Os dois comeram cocô de graça.
Um rapaz deu um relógio de presente para a namorada, e colou por cima uma foto 3x4 dele.
Qual é a moral da história ?
Quem vê cara não vê que horas são
Isso significa que teremos moral da história hoje, hoje com historinhas curtas, mas profundas.
Divirtam-se e até mais.
Link aqui.
Um homem gostava mais do seu carro do que qualquer outra coisa. Certo dia, o carro bateu no poste e deu perda total. Para ter uma lembrança do carro do qual tanto gostava, ele pediu que fizessem uma espada com a sucata restante. Tempo depois, a casa do sujeito foi invadida por um assaltante. Eles começaram a brigar até que o assaltante encontrou a espada e a usou para matá-lo.
Qual é a moral da história ?
Não faça do seu carro uma arma, a vítima pode ser você.
Jesus e seus apóstolos estavam digitando textos da Bíblia nos micros da rede da sinagoga. De repente, caiu a força e todos perderam os textos que haviam digitado, exceto Jesus.
Qual é a moral da história ?
Só Jesus salva.
Dois portugueses, Manuel e Joaquim, andavam pela rua quando viram um montinho de cocô no chão. Manuel parou e falou: "Joaquim, eu pago R$ 1.000 se você comer esse cocô aí no chão". Joaquim comeu o cocô e ganhou seus R$ 1.000. Duas quadras adiante, o próprio Joaquim encontrou um montinho de cocô no chão e falou: "Se você comer esse cocô eu também te pago R$ 1.000". Ele comeu e também recebeu o dinheiro.
Qual é a moral da história ?
Os dois comeram cocô de graça.
Um rapaz deu um relógio de presente para a namorada, e colou por cima uma foto 3x4 dele.
Qual é a moral da história ?
Quem vê cara não vê que horas são
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
O cão que foi no açougue
Boa noite a todos, sim, demorei, mas aqui estou ao vivo, hoje com uma história garimpada, esse belo causo então, boa leitura e até mais.
Link aqui, como sempre para não perder o costume chê, (baah, pra alguns viventes a semana Farroupilha ainda não acabou neh??).
Um açougueiro estava em sua loja quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
– “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? Assinado… .”
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e, como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: “Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!’
A pessoa respondeu: – ‘Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!!!”
Moral da História: Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado. Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível!
Link aqui, como sempre para não perder o costume chê, (baah, pra alguns viventes a semana Farroupilha ainda não acabou neh??).
Um açougueiro estava em sua loja quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
– “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? Assinado… .”
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e, como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: “Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!’
A pessoa respondeu: – ‘Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!!!”
Moral da História: Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado. Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
A verdadeira moral da história pt 6 Cinderela
Ufaa, finalmente essa série acabou, muitos ninjas já deviam estar enjoados disso.
Mas ânimo, essa é a última parte dessa baita série, aguarde, semana que vem teremos na integra uma postagem que se publicou sozinha a uns dias atrás. Vale a pena aguardar.
Lembrando que o link é esse.
Até mais.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Cinderela
Versão consagrada - A madrasta e as meias-irmãs de Cinderela lhe delegam o trabalho doméstico, na esperança de que o batente a embarangue. Mas chega o baile real. Repaginada por fadas, Cinderela brilha e conquista o príncipe, que guarda da noite um sapatinho de cristal, abandonado pela bela enquanto fugia em desabalada corrida. O príncipe sai calçando todas em busca da dona do sapato, até dar com o pé de Cinderela e ambos viverem felizes para sempre.
Outra história - Há versões em que as irmãs invejosas são cegadas por aves amigas de Cinderela.
Interpretação - Na superfície temos a fantasia dos adolescentes de que a sua vida não pode ser a real: existe um destino melhor, que lhe pertence e que lhe foi roubado, simbolizado na história pelo príncipe. “Essa história permite uma empatia imediata de qualquer filho, já que cada um se sentirá demasiado injustiçado e exigido, assim como pouco amado. Acreditamos que daí provém seu sucesso”, escrevem Diana e Mário Corso. “Onde houver irmãos, haverá desigualdade de fato ou a suposição de que ela existe.” Como costuma acontecer, a figura materna é multifacetada: é a mãe bondosa que foi, a madrasta exigente e a fada que inspira sonhos. Quanto àquele sapatinho, sim, ele pode ser interpretado como um traço de fetichismo, uma dica precoce de que alguns elementos podem valer muito no jogo da sedução.
Para maiores - “A história de Cinderela é constantemente reciclada, em séries como Sex and the City e boa parte das comédias românticas”, diz Maria Tatar, folclorista da Universidade Harvard e autora de Contos de Fadas: Edição Comentada e Ilustrada. A personagem também une fantasias masculinas geralmente conflitantes: a princesa para casar e a serviçal para... bem, servir. “Cinderela persiste na fantasia feminina. Independentemente da mulher forte e capaz que ela se mostre no mundo, Cinderela será a que, na intimidade, se disponha a brincar de esconde-esconde”, afirmam os autores de Fadas no Divã.
Mas ânimo, essa é a última parte dessa baita série, aguarde, semana que vem teremos na integra uma postagem que se publicou sozinha a uns dias atrás. Vale a pena aguardar.
Lembrando que o link é esse.
Até mais.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Cinderela
Versão consagrada - A madrasta e as meias-irmãs de Cinderela lhe delegam o trabalho doméstico, na esperança de que o batente a embarangue. Mas chega o baile real. Repaginada por fadas, Cinderela brilha e conquista o príncipe, que guarda da noite um sapatinho de cristal, abandonado pela bela enquanto fugia em desabalada corrida. O príncipe sai calçando todas em busca da dona do sapato, até dar com o pé de Cinderela e ambos viverem felizes para sempre.
Outra história - Há versões em que as irmãs invejosas são cegadas por aves amigas de Cinderela.
Interpretação - Na superfície temos a fantasia dos adolescentes de que a sua vida não pode ser a real: existe um destino melhor, que lhe pertence e que lhe foi roubado, simbolizado na história pelo príncipe. “Essa história permite uma empatia imediata de qualquer filho, já que cada um se sentirá demasiado injustiçado e exigido, assim como pouco amado. Acreditamos que daí provém seu sucesso”, escrevem Diana e Mário Corso. “Onde houver irmãos, haverá desigualdade de fato ou a suposição de que ela existe.” Como costuma acontecer, a figura materna é multifacetada: é a mãe bondosa que foi, a madrasta exigente e a fada que inspira sonhos. Quanto àquele sapatinho, sim, ele pode ser interpretado como um traço de fetichismo, uma dica precoce de que alguns elementos podem valer muito no jogo da sedução.
Para maiores - “A história de Cinderela é constantemente reciclada, em séries como Sex and the City e boa parte das comédias românticas”, diz Maria Tatar, folclorista da Universidade Harvard e autora de Contos de Fadas: Edição Comentada e Ilustrada. A personagem também une fantasias masculinas geralmente conflitantes: a princesa para casar e a serviçal para... bem, servir. “Cinderela persiste na fantasia feminina. Independentemente da mulher forte e capaz que ela se mostre no mundo, Cinderela será a que, na intimidade, se disponha a brincar de esconde-esconde”, afirmam os autores de Fadas no Divã.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
A verdadeira moral da história pt 5 O príncipe sapo
Então amiguinhos, cansados dessa série, pois é, agora eu vejo que me prolonguei muito com ela, mas enfim, só hoje e depois semana que vem e feitoo o carreto!!!
Dito isso, as visitas esse mês superaram o então mês recorde. Amanhã a postagem bônus e os números propriamente ditos.
Lembrando que o link é esse.
Fui, até mais.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
O Príncipe Sapo
Versão consagrada - Uma princesa mimada maltrata um sapo e é obrigada a dividir cama e mesa com o batráquio. Depois de um tempo, ela acaba caindo pelos encantos do bicho. E, assim que os dois se beijam, num passe de mágica, ele vira um príncipe.
Outra história A versão original não tem beijo: o sapo se transforma após ser jogado na parede.
Interpretação - Diferentemente de histórias que terminam no casamento, esta e A Bela e a Fera lidam com o complexo “depois”. O nojinho da princesa com o ser viscoso pode simbolizar o incômodo das crianças com o sexo, ou simplesmente com relacionamentos fora da família – ambos redimidos ao final do conto.
Para maiores - Essa princesa é da linhagem das “megeras domadas”, que esperneiam, mas ao fim se submetem ao papel passivo reservado a elas.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A verdadeira moral da história pt 3 Patinho feio
Bom dia, programadamente hoje para falar sobre o vergonhoso jogo de ontem do colorado, vergonhoso nem tanto pelo jogo, sei lá, não ví, mas pelo placar, é podia ser pior, mas o horário e o dia meu amigo, capricharam em complicar hein???
Tá, tudo bem não ser de quarta feira, mas chê as 9 horas, faz mais cedo...
Nananana eu me indigno..
Mas vamos a mais uma parte dessa nossa série, esta que será sucedida por João e o pé de feijão.
O link é esse.
Boa leitura e até mais.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Patinho Feio
Versão consagrada - Banido do ninho por deficiência estética, o Patinho enfrenta doses variadas de rejeição administradas por humanos e animais. Ao final, entre iguais, descobre que não era um pato feio, mas um lindo cisne.
Outra história - Diferentemente da maioria dos contos de fadas, compilados do folclore europeu, este é uma criação do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875).
Interpretação - O mérito do conto é mexer com o senso de deslocamento comum a toda criança. Todo mundo, em algum momento, sente que está no lugar errado, seja a família, seja a escola, a turma, o mundo. Por outro lado, permite aos pais viver na ficção o pavor de ter o filho surrupiado.
Para maiores - Alguns carregam o “complexo de patinho feio” para além da infância, achando-se eternamente rejeitados e deslocados. Especula-se inclusive que Andersen tenha feito o conto refletindo seus problemas de auto-estima.
Tá, tudo bem não ser de quarta feira, mas chê as 9 horas, faz mais cedo...
Nananana eu me indigno..
Mas vamos a mais uma parte dessa nossa série, esta que será sucedida por João e o pé de feijão.
O link é esse.
Boa leitura e até mais.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Patinho Feio
Versão consagrada - Banido do ninho por deficiência estética, o Patinho enfrenta doses variadas de rejeição administradas por humanos e animais. Ao final, entre iguais, descobre que não era um pato feio, mas um lindo cisne.
Outra história - Diferentemente da maioria dos contos de fadas, compilados do folclore europeu, este é uma criação do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875).
Interpretação - O mérito do conto é mexer com o senso de deslocamento comum a toda criança. Todo mundo, em algum momento, sente que está no lugar errado, seja a família, seja a escola, a turma, o mundo. Por outro lado, permite aos pais viver na ficção o pavor de ter o filho surrupiado.
Para maiores - Alguns carregam o “complexo de patinho feio” para além da infância, achando-se eternamente rejeitados e deslocados. Especula-se inclusive que Andersen tenha feito o conto refletindo seus problemas de auto-estima.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
A verdadeira moral da história pt 2: Branca de neve
Bom dia, hoje ao vivo para dar continuidade a essa nova série, com o IIº capítulo da saga, essas histórias são muito interessantes e nos fazem perceber que por trás de coisas tão normais tem intenções ocultas, o que é o caso de muitas coisas hoje em dia.
Vamos ao capítulo de hoje que obviamente o link é esse.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Branca de Neve
Versão consagrada Sentenciada à morte por ser mais bela que a madrasta, Branca escapa e é acolhida por 7 anões. Mas a megera não sossega: disfarçada de bruxa, encontra a rival e lhe dá uma maçã envenenada. A jovem entra em coma, mas o beijo de um príncipe lhe devolve a vida. A madrasta é punida com a morte.
Outra história - Apenas no filme da Disney os anões ganharam personalidades distintas.
Interpretação - Em contos de fadas, madrasta é apenas um nome feio para mãe – neste caso, uma mãe que inveja a filha que vira mulher enquanto ela envelhece. Repare: o conflito só começa depois que o espelho informa que a madrasta não é mais a nº 1 do reino – a identidade feminina da adolescenteBranca de Neve já está em construção. E a obra se completa com um leve toque de machismo: assim como a Bela Adormecida, ela só conquista o príncipe semimorta – ou seja, inerte, quietinha, comportada, como se espera de uma boa moça.
Para maiores - Todo namorado tem um pouco de “espelho, espelho meu”, constantemente requisitado a confirmar que, sim, a parceira é a mais linda e, não, não existe mais ninguém. E que ele a ama. Pra sempre. De verdade.
Vamos ao capítulo de hoje que obviamente o link é esse.
Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.
Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.
Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.
Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.
Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.
Branca de Neve
Versão consagrada Sentenciada à morte por ser mais bela que a madrasta, Branca escapa e é acolhida por 7 anões. Mas a megera não sossega: disfarçada de bruxa, encontra a rival e lhe dá uma maçã envenenada. A jovem entra em coma, mas o beijo de um príncipe lhe devolve a vida. A madrasta é punida com a morte.
Outra história - Apenas no filme da Disney os anões ganharam personalidades distintas.
Interpretação - Em contos de fadas, madrasta é apenas um nome feio para mãe – neste caso, uma mãe que inveja a filha que vira mulher enquanto ela envelhece. Repare: o conflito só começa depois que o espelho informa que a madrasta não é mais a nº 1 do reino – a identidade feminina da adolescenteBranca de Neve já está em construção. E a obra se completa com um leve toque de machismo: assim como a Bela Adormecida, ela só conquista o príncipe semimorta – ou seja, inerte, quietinha, comportada, como se espera de uma boa moça.
Para maiores - Todo namorado tem um pouco de “espelho, espelho meu”, constantemente requisitado a confirmar que, sim, a parceira é a mais linda e, não, não existe mais ninguém. E que ele a ama. Pra sempre. De verdade.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Filosofia de um pardal
Bom dia galera!!!
Ótimo dia aliás, hoje não é um dia qualquer, muito menos essa postagem é uma postagem qualquer, esta postagem é a de número 500, isso, meio mil e com isso chegamos a incríveis 22 mil visitas, baita legal isso.
Valeu galera, conto com a visita de vocês nas próximas 500 postagens também...
Conto com visitas, comentários, sugestões, namoradas, ops, lugar errado aqui.
Hehehehe mas voltando ao assunto, a história em sí é precária, mas a moral é muito boa, então lá vai ela em texto e em foto. Pode ser vista aqui. Vale a pena ver, o pardalzinho se mexe hehehehe
Filosofia de um pardal
Um Pardal cansado da vida rotineira resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura, voou até uma região gelada e não podendo mais voar, caiu ao chão e quando estava quase morrendo congelado, uma vaca o viu e cagou em cima dele e a merda quente o salvou.
Sentindo-se muito bem, começou a cantar, um gato ouvindo seu canto, seguiu-o, tirou-o da merda e comeu-o.
Conclusão
I - Nem sempre quem caga sobre você é seu inimigo.
II - Nem sempre aquele que te tira da merda é seu amigo.
III - Desde que você se sinta confortável, mesmo estando na merda, fique de bico calado.
IV - Quem está na merda não canta.
Ótimo dia aliás, hoje não é um dia qualquer, muito menos essa postagem é uma postagem qualquer, esta postagem é a de número 500, isso, meio mil e com isso chegamos a incríveis 22 mil visitas, baita legal isso.
Valeu galera, conto com a visita de vocês nas próximas 500 postagens também...
Conto com visitas, comentários, sugestões, namoradas, ops, lugar errado aqui.
Hehehehe mas voltando ao assunto, a história em sí é precária, mas a moral é muito boa, então lá vai ela em texto e em foto. Pode ser vista aqui. Vale a pena ver, o pardalzinho se mexe hehehehe
Filosofia de um pardal
Um Pardal cansado da vida rotineira resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura, voou até uma região gelada e não podendo mais voar, caiu ao chão e quando estava quase morrendo congelado, uma vaca o viu e cagou em cima dele e a merda quente o salvou.
Sentindo-se muito bem, começou a cantar, um gato ouvindo seu canto, seguiu-o, tirou-o da merda e comeu-o.
Conclusão
I - Nem sempre quem caga sobre você é seu inimigo.
II - Nem sempre aquele que te tira da merda é seu amigo.
III - Desde que você se sinta confortável, mesmo estando na merda, fique de bico calado.
IV - Quem está na merda não canta.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O velho pedreiro
Olá galera, quanto tempo que eu não programava mais uma postagem!!!
Se não funcionar é culpa da sexta feira 13. hehehehhe
Certa vez ví uma frase que dizia assim:
"Gatos pretos não dão azar na sexta feira 13, o que dá azar é nascer idiota."
Hoje voltamos a ter uma história profunda. Dessa vez sobre pedreiros, cujos quais tenho 3 tios meus que o são. Essa história é uma das mais profundas que eu já vi, muito realista também.
Boa leitura e reflitam sobre o rumo que você tomara nas decisões do hoje elas afetarão muito o amanhã.
Boa leitura e até mais. Link aqui.
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente....
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção.
Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e constróis paredes. Alguém já disse que:
"A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto a construa com sabedoria!
E lembre-se:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Ame como se nunca tivessem lhe magoado antes. Dance como se ninguém estivesse olhando.
Se não funcionar é culpa da sexta feira 13. hehehehhe
Certa vez ví uma frase que dizia assim:
"Gatos pretos não dão azar na sexta feira 13, o que dá azar é nascer idiota."
Hoje voltamos a ter uma história profunda. Dessa vez sobre pedreiros, cujos quais tenho 3 tios meus que o são. Essa história é uma das mais profundas que eu já vi, muito realista também.
Boa leitura e reflitam sobre o rumo que você tomara nas decisões do hoje elas afetarão muito o amanhã.
Boa leitura e até mais. Link aqui.
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente....
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção.
Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e constróis paredes. Alguém já disse que:
"A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto a construa com sabedoria!
E lembre-se:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Ame como se nunca tivessem lhe magoado antes. Dance como se ninguém estivesse olhando.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
POR FAVOR, QUERO MORRER EM PAZ
Bom dia, baita animação o título dessa postagem neh?
Então, na falta de outras, garimpei essa aí no Hotmail. Foi um ex colega que enviou, tá, derrepente eu pegue alguma matéria com ele esse semestre e volte a ser colega.
Parecia que no dia que eu postei aquela piada do corintiano e da Ferrari, eu já sabia que tinha gente que não ia gostar, típico isso. Mas fazer o que, sorte que nem todos são Corinthianos.
Boa leitura e até mais.
RECEITA MÉDICA.
Um jovem médico, viajando de carro, percebeu que estava ficando sem combustível.Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para abastecer o carro. Não viu uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo.
Finalmente apareceu um rapazinho que lhe disse:
- Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.
O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão:
- Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até ao velório também, já que não posso fazer mais nada. Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro. Chama o pai da 'falecida' e diz-lhe:
- Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas está viva!
O pai, nervosíssimo, pergunta:
- O Sr. pode fazer alguma coisa?
O jovem médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora remota, de trazê-la à vida.
Para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: - A sua filha tinha namorado?
Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente. Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o 'resultado'.
Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor.
Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso.
Tanque cheio, o médico prossegue sua viagem.
Passados 15 dias ele regressa e decide cumprir o queprometera: passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta.
Ao chegar ao posto, avista o mesmo rapaz, que desta vez esta ali tomando conta do negócio.
Assim que reconhece o doutor, o rapaz corre desesperado ao seu encontro e lhe diz:
Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontrá-lo e estávamos a sua espera!
O Sr. Jovelino, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias!
Mais da metade do vilarejo já comeu o velho, mas...nada do homem ressuscitar!
MORAL DA ESTÓRIA:
O MESMO MEDICAMENTO NÃO SERVE PARA TODOS!
Não se automedique, nem aconselhe medicamentos a ninguém, procure um médico!
EM TEMPO: E NÃO TENTEM "JAMAIS" ME RESSUSCITAR!
Desejo morrer em paz!
Então, na falta de outras, garimpei essa aí no Hotmail. Foi um ex colega que enviou, tá, derrepente eu pegue alguma matéria com ele esse semestre e volte a ser colega.
Parecia que no dia que eu postei aquela piada do corintiano e da Ferrari, eu já sabia que tinha gente que não ia gostar, típico isso. Mas fazer o que, sorte que nem todos são Corinthianos.
Boa leitura e até mais.
RECEITA MÉDICA.
Um jovem médico, viajando de carro, percebeu que estava ficando sem combustível.Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para abastecer o carro. Não viu uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo.
Finalmente apareceu um rapazinho que lhe disse:
- Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.
O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão:
- Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até ao velório também, já que não posso fazer mais nada. Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro. Chama o pai da 'falecida' e diz-lhe:
- Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas está viva!
O pai, nervosíssimo, pergunta:
- O Sr. pode fazer alguma coisa?
O jovem médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora remota, de trazê-la à vida.
Para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: - A sua filha tinha namorado?
Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente. Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o 'resultado'.
Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor.
Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso.
Tanque cheio, o médico prossegue sua viagem.
Passados 15 dias ele regressa e decide cumprir o queprometera: passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta.
Ao chegar ao posto, avista o mesmo rapaz, que desta vez esta ali tomando conta do negócio.
Assim que reconhece o doutor, o rapaz corre desesperado ao seu encontro e lhe diz:
Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontrá-lo e estávamos a sua espera!
O Sr. Jovelino, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias!
Mais da metade do vilarejo já comeu o velho, mas...nada do homem ressuscitar!
MORAL DA ESTÓRIA:
O MESMO MEDICAMENTO NÃO SERVE PARA TODOS!
Não se automedique, nem aconselhe medicamentos a ninguém, procure um médico!
EM TEMPO: E NÃO TENTEM "JAMAIS" ME RESSUSCITAR!
Desejo morrer em paz!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
O urubu e o pavão
Bom, final de semana prolongado para alguns e finalmente chegou a hora de publicar uma postagem com um apelo mais de moral, mais emocionante por assim dizermos.
Satisfazendo o comentário do leitor anonimo, ou não pois hoje não será uma postagem de autoria ou não de LFV, mas espero que gostem.
Link original aqui.
Há um conto japonês milenar que diz mais ou menos assim:
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
— Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
— Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...
Então cruzaram... e daí nasceu o peru: Que é muito feio e não voa!
Moral da história: Se tá ruim, não vem com gambiarra que piora!
Satisfazendo o comentário do leitor anonimo, ou não pois hoje não será uma postagem de autoria ou não de LFV, mas espero que gostem.
Link original aqui.
Há um conto japonês milenar que diz mais ou menos assim:
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
— Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
— Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...
Então cruzaram... e daí nasceu o peru: Que é muito feio e não voa!
Moral da história: Se tá ruim, não vem com gambiarra que piora!
sexta-feira, 25 de maio de 2012
O tempo
Beleza?
Depois da vergonhosa postagem da semana passada e da postagem fodástica de ontem, venho-me aqui para postar uma bela história emocionante e profunda.
Eu lí ela no Facebook, perdi e recentemente achei e estou postando para vocês lerem e refletirem. Link original aqui. Até mais. Obrigado pelas visitas.
O tempo

Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.
Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:
Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.
Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.
Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.
Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...
Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.
Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?
Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:
Sobe, amor, que eu te levo.
O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?
Ela respondeu: O tempo.
O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?
Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
Depois da vergonhosa postagem da semana passada e da postagem fodástica de ontem, venho-me aqui para postar uma bela história emocionante e profunda.
Eu lí ela no Facebook, perdi e recentemente achei e estou postando para vocês lerem e refletirem. Link original aqui. Até mais. Obrigado pelas visitas.
O tempo

Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.
Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:
Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.
Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.
Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.
Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...
Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.
Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?
Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:
Sobe, amor, que eu te levo.
O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?
Ela respondeu: O tempo.
O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?
Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
quinta-feira, 8 de março de 2012
10 homens e 1 mulher
Pois bem, feliz dia das mulheres a todas elas que estiverem lendo isso ou não. Parabéns por esse belo dia, que seja repleto de alegrias e de tudo mais que pode ter e se desejar numa data especial...
Lembro me aqui a bela homenagem a data que eu fiz ano passado, realizando o download da música do Akon, chamada "Sexy bitch" Baita homenagem...
Então, a postagem de hoje vai com o seguinte comentário retirado de uma sorte do dia no velho e esquecido orkut:
"Por trás de um grande homen, sempre tem uma grande mulher, ou outro homem."
Depois não sabem o por que da decadencia do referido site... Sacanagem...
Então, a postagem de hoje vai especialmente para uma grande mulher que a sugeriu por email, trata-se ela da @cris_tinaM isso aí, boa leitura e aguardo comentários.
Onze pessoas estavam penduradas em uma corda num helicoptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criatura primeira do mundo, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas ...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas ... E cairam da corda ...
Moral da história => Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher!!!
Lembro me aqui a bela homenagem a data que eu fiz ano passado, realizando o download da música do Akon, chamada "Sexy bitch" Baita homenagem...
Então, a postagem de hoje vai com o seguinte comentário retirado de uma sorte do dia no velho e esquecido orkut:
"Por trás de um grande homen, sempre tem uma grande mulher, ou outro homem."
Depois não sabem o por que da decadencia do referido site... Sacanagem...
Então, a postagem de hoje vai especialmente para uma grande mulher que a sugeriu por email, trata-se ela da @cris_tinaM isso aí, boa leitura e aguardo comentários.
Onze pessoas estavam penduradas em uma corda num helicoptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criatura primeira do mundo, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas ...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas ... E cairam da corda ...
Moral da história => Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher!!!
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