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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O cavalo e o Porco

Boa noite, então como dito ontem, hoje foi o dia mais esperado da matança do porco, o dia de fazer salames e torresmo, e claro, já degustar algo neh...
Então o dia de hoje é de crônicas, achei ontem quase sem querer uma que citava porcos, então vai ser postada hoje.
Link aqui e até mais.
Flw



Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário : - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse : - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa ! No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse : - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse : - Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar ! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! Você venceu, Campeão ! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!" Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ???

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se : Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
PENSE NISSO E TENHA UM BOM DIA!!!!!!!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O porco

Então, sabem o que é o bom desse Blog?
Fazer uma ligação entre os acontecimentos da vida real, em esfera nacional, mundial, ou na minha própria vida com alguma postagem bem humorada ou profunda, depende o momento.
Esse é o caso de hoje, mas o mais legal ainda é que eu só fui achar a postagem no Blog da Cris.
Essa crônica é de um conterrâneo meu, Flavio Luiz Ferrarini e retrata o nosso dia de hoje e amanhã, onde foi voltado a matar o porco e fazer salames.
Boa leitura e até mais.




Começaram a me engordar há algumas semanas. Mal havia completado um ano de idade. Puseram-se num recinto de pouco mais de um metro quadrado. Instalaram uma tina para água que fica metade dentro da minha casa e metade suspensa do lado de fora. Acho que pretendem, com isso, evitar que eu faça minhas necessidades fisiológicas na água que me sacia a sede. Aparecem duas vezes ao dia: pela manhã bem cedo e ao cair da tarde. Toda vez que os ouço se aproximarem, meto-me a grunhir, pois sei que estão me trazendo uns bons pares de espigas de milho. Algumas vezes o milho vem carrunchado, porém não reclamo. Abrem uma pequena fresta na porta e, atiram meu desjejum e jantar no meio do chão. As vezes, vem seu Giocondo com suas olheiras papudas e dois tufos de cabelo saindo-lhe das orelhas e noutras vem dona Ermelinda. Seu Giocondo é um homenzarrão cujo pescoço fica acima da altura do telhado de uma água da minha casa. Para atirar as espigas precisa curvar-se tanto que a sua coluna range. Por quatro ou cinco vezes, seu Giocondo apareceu para faxinar minha casa munido de uma pá. Sempre dá conta do serviço recitando um rosário de blasfemas. Na última vez que entrou aqui, dei-lhe uma bela de uma focinhada na área desacostumada ao sol. Acho que seu Giocondo não achou a menor graça do meu atrevimento, pois meteu-se de pé de forma tão violenta que seu cocoruto furou o teto. Então berrou com toda a força dos seus pulmões: Se atreva a fazer isso de novo e irá para a faca ainda hoje. A essa ameaça, recuei de ré a um cantinho e grunhi baixinho.

A verdade é que em poucas semanas já ganhei um peso que faz tremer pratos de balança. Mal posso com meu peso. Tenho passado boa parte do tempo deitado. Perdôe-me a sinceridade, mas muitas vezes tenho que fazê-lo sobre meus próprios excrementos. Ontem, seu Giocondo apareceu mais tarde que de costume. A noite já havia enovelado os últimos fios de claridade. Seu Giocondo jogou-me apenas duas espigas de milho. Pelo que sei ... saber, não, desconfiar, esta deverá ser a ultima noite da minha curta vida. Amanhã o dia deve clarear com chuva. Dia perfeito para se matar um porco. Logo cedo, estarei pendurado no alicerce da casa, de cabeça para baixo, aberto em dois. Apesar do destino cruel que me espera não mudo minha rotina. Dou conta das duas espigas bem rapidinho. Bebo um pouco de água e tomo a deitar-me no mesmo canto das últimas três semanas. As frestas e a fragilidade das tábuas do soalho enfraquecido pela minha urina e meu imenso peso, representam perigo. De repente, posso cair lá embaixo e seu Giocondo precisará vir pescar-me com todo cuidado, pois, certamente, reconhece a qualidade da mercadoria que tem em mãos. Começa a clarear o dia. Encharcado pela chuva, seu Giocondo trás um metal que brilha. - Toca depressa, Ermelinda - diz seu Giocondo, com ar enervado.

Estremeço.

O único consolo que me resta é que serei muito apreciado depois de morto, ao contrário do que acontece com a grande maioria dos escritores.


Flávio Luis Ferrarini

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Viver ou juntar dinheiro?

Pela minha demora vocês acharam que tinha acabado o mundo pra min neh?
Pelo contrário, tô ainda aí pra incomodar muito ainda.
Link da postagem aqui.



Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.

E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?

(Max Gehringer)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

20 regras para a vida

Boa noite, é ou nem tanto.
Se não tivessem assaltado o BB daqui de Nova Pádua, teria sido melhor.
Mas enfim, a eles, terão o que merecem, se não agora, depois.
Ou esperamos que seja assim na prática e não só na teoria.

Uma boa notícia enquanto não temos a postagem comemorativa das 40 mil visitas e a surpresa, podemos comemorar pois Luiz Fernando Veríssimo recebeu alta do hospital depois de 21 dias!!
Mazáaa, só falta agora ele fazer uma crônica sobre a estadia no hospital!!
Hehehee
A postagem de hoje sem me prolongar muito, tem um traço um quanto de auto-ajuda...
Link aqui e até mais.




Tese do pensador russo chamado GUERDJEF.

Dizia Guerdjef:

"Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal".

Assim dizendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em
Destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os
"experts" em comportamento que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade.

Aqui estão as 20 regras de saber viver:

- Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou.. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

- Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.
Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

- Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso,
consciente de que nem tudo depende de você.

- Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam
Os seus quadros mentais, você se exaure.

- Esqueça, de uma vez por todas,que você é imprescindível. No trabalho,
Em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

- Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte
dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

- Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

- Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os,
Porquê são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

- Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem porém achar que é o máximo a se conseguir na vida.

- Evite envolver-se na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e
Depois retome o diálogo, a ação.

- Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

- Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

- É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente. Ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

- Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a
roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

- Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse
Lixo mental; escute o que falaram de bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento. Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

- A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é
Muito diferente.

- Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

- Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé..

- Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o
Que se fizer.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O pote rachado

Boa madrugada a todos, hoje vamos voando contra o relógio para postar a baita mensagem de hoje...
Boa leitura, destaco que o link é esse e até mais.


Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.

Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:

- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sapos fervidos

Boa noite!!
Baah, se alguém percebeu que as postagens as 11 e 49 estão cada vez mais raras, desculpa, esse é o tempo que sobro pra minha diversão diária.
Então, se der tempo em breve termos mais postagens no horário normal.
Hoje a postagem é um baita texto, recomendo a todos vocês!!!
Boa leitura, obrigado pelas muitas visitas diárias, aqui lembrando de uma vinda da Polônia...
Polônia me lembra Melissa, Bidê ou Balde, naquela parte...
"Te fiz um mambo, Melissa
Sobre cegos na Polônia"

Isso é o que me vem na mente falando de Polônia.
Link aqui e boa leitura que já enrolei de mais por hoje.



Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que se aquece à a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças de ambiente), e morre quando a água ferve inchado e feliz. Por outro lado outro sapo que seja jogado neste recipiente já com água fervendo salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Algumas pessoas tem um comportamento similar ao do Sapo Fervido.

Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que tudo passa, que é só dar um tempo, e quebram, ou fazem um grande estrago em suas empresas, "morrendo"sem ter percebido as mudanças. Outros, vendo as transformações, pulam, saltam, em ações que representam as mudanças necessárias.

Vários Sapos Fervidos estão por ai, prestes a morrer, porém boiando estáveis na água que se aquece a cada minuto. Sapos Fervidos que não percebem que o conceito de administrar mudou.
Os Sapos Fervidos não perceberam, também:
a) que além de serem eficientes (Fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (Fazer as coisas certas) .

b) Que o clima deve ser favorável ao crescimento profissional com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para o compartilhamento, para o planejamento e para uma relação adulta.

O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva.
Durante anos cultivamos o individualismo e a mudança exige como resposta o esforço coletivo, a essência da eficácia.
Tornar as ações coletivas exige muita competência interpessoal para o desenvolvimento do espírito de equipe, exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir.

Os Sapos Fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é a obediência e não a competência, que manda quem pode e obedece quem tem juízo, "boiarão" no mundo da produtividade, da qualidade e do livre mercado, e não sobreviverão.

Acordem Sapos Fervidos... saiam dessa, o mundo mudou, pulem fora entes que a água ferva. O Brasil e a nova ordem econômica precisam de vocês vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir, agora.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Pacote de bolachas

Boa noite a todos, hoje a postagem será copiada de um blog de uma amiga minha, e também seguidora deste humilde Blog.
A postagem é tri legal, não deixem de visitar o blog dela e de ler o texto.
Em breve uma postagem conjunta Kah??
É de se pensar.
Fui.




Uma moça estava a espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona, onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento!”
A cada bolacha que ela pegava , o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah...o que esse abusado vai fazer agora?”
Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva!
Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho!
Ela sentiu tanta vergonha pois percebeu que a errada era ela!
Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa...
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar.. nem pedir desculpas!
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso! Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa!




Não tire conclusões precipitadas sobre as pessoas!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Só tem mulher quem pode

Booa noite a todos, hoje aqui falaremos de uma crônica de LFV essa é clássica e se não for dele o cara que criou deve estar arrependido até hoje por passar a autoria a ele.
Boa leitura.
Link aqui e até mais.

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém.
Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.
Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.
Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza.
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.
Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O cão que foi no açougue

Boa noite a todos, sim, demorei, mas aqui estou ao vivo, hoje com uma história garimpada, esse belo causo então, boa leitura e até mais.
Link aqui, como sempre para não perder o costume chê, (baah, pra alguns viventes a semana Farroupilha ainda não acabou neh??).



Um açougueiro estava em sua loja quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
– “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? Assinado… .”
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e, como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: “Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!’
A pessoa respondeu: – ‘Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!!!”

Moral da História: Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado. Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O lixo

Boa, ou melhor, ótima noite a todos.
Quem tava com saudades das crônicas pode comentar aí a baixo e degustar a postagem de hoje, que modéstia parte é uma das melhores postagens do blog até hoje.
Que todos gostem.
Link aqui. Não preciso nem falar que essa postagem é, ou não do LFV.
Até mais.

"O lixo"


Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.- No seu lixo ou no meu?"

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A verdadeira moral da história pt 3 Patinho feio

Bom dia, programadamente hoje para falar sobre o vergonhoso jogo de ontem do colorado, vergonhoso nem tanto pelo jogo, sei lá, não ví, mas pelo placar, é podia ser pior, mas o horário e o dia meu amigo, capricharam em complicar hein???
Tá, tudo  bem não ser de quarta feira, mas chê as 9 horas, faz mais cedo...
Nananana eu me indigno..
Mas vamos a mais uma parte dessa nossa série, esta que será sucedida por João e o pé de feijão.
O link é esse.
Boa leitura e até mais.



Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.

Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.

Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.

Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.

Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.


Patinho Feio

Versão consagrada - Banido do ninho por deficiência estética, o Patinho enfrenta doses variadas de rejeição administradas por humanos e animais. Ao final, entre iguais, descobre que não era um pato feio, mas um lindo cisne.

Outra história - Diferentemente da maioria dos contos de fadas, compilados do folclore europeu, este é uma criação do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875).

Interpretação - O mérito do conto é mexer com o senso de deslocamento comum a toda criança. Todo mundo, em algum momento, sente que está no lugar errado, seja a família, seja a escola, a turma, o mundo. Por outro lado, permite aos pais viver na ficção o pavor de ter o filho surrupiado.

Para maiores - Alguns carregam o “complexo de patinho feio” para além da infância, achando-se eternamente rejeitados e deslocados. Especula-se inclusive que Andersen tenha feito o conto refletindo seus problemas de auto-estima.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A verdadeira moral da história pt 2: Branca de neve

Bom dia, hoje ao vivo para dar continuidade a essa nova série, com o IIº capítulo da saga, essas histórias são muito interessantes e nos fazem perceber que por trás de coisas tão normais tem intenções ocultas, o que é o caso de muitas coisas hoje em dia.
Vamos ao capítulo de hoje que obviamente o link é esse.


Era uma vez uma aldeia onde os moradores passavam as noites contando e ouvindo histórias. As preferidas eram aquelas com enredos fabulosos, mas que despertavam sensações reais, confusas, secretas. Ao redor do fogo circulavam contos sobre bruxas e princesas, belas e feras, meninas e lobos, onde sobravam fome, medo, vingança e morte. E ao final, nem sempre feliz, alguém sempre pedia: “Conte outra vez”.

Em aldeias como essa, de histórias como essas, surgiram os contos de fadas (batizados por uma senhorinha francesa insensível ao fato de que a maioria nem fada têm). Os originais medievais eram destinados a ouvintes de todas as idades, mas, uma vez eleitos favoritos da infância burguesa, foram sendo sucessivamente amenizados até chegarem às atuais versões “censura livre”.

Essas narrativas são um patrimônio abstrato da humanidade, passado adiante via voz, livros, rádio, TV, internet – e, para quem está na faixa dos 30, vinis coloridos. “Isso é absolutamente surpreendente num mundo cada vez mais mutante”, afirma o casal Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso no livro Fadas no Divã, onde fazem uma análise psicológica das histórias infantis. “Como esses restos do passado vieram parar nas mãos da crianças de hoje?”, perguntam os psicanalistas.

Nos anos 70, o austríaco Bruno Bettelheim emplacou a tese de que os contos que sobreviveram são aqueles que mais mexem com o inconsciente de narradores e ouvintes. Uma seleção natural favoreceu as histórias que reverberam na mente, que trazem nas entrelinhas questões emocionais, sexuais, familiares, universais. “No conto de fadas, o paciente encontra soluções analisando as partes da história que dizem respeito a seus conflitos”, escreve em A Psicanálise dos Contos de Fadas. Preservamos a história de Chapeuzinho não porque ela ensina a ter cuidado com estranhos, mas pelos sentimentos estranhos que ela provoca.

Nas próximas páginas, mostramos que a interpretação de clássicos como Branca de Neve, Patinho Feio e Cinderela pode ser reveladora, tanto para quem já perdeu o medo do lobo quanto para quem ainda espera pelo príncipe encantado.

Branca de Neve

Versão consagrada Sentenciada à morte por ser mais bela que a madrasta, Branca escapa e é acolhida por 7 anões. Mas a megera não sossega: disfarçada de bruxa, encontra a rival e lhe dá uma maçã envenenada. A jovem entra em coma, mas o beijo de um príncipe lhe devolve a vida. A madrasta é punida com a morte.

Outra história - Apenas no filme da Disney os anões ganharam personalidades distintas.

Interpretação - Em contos de fadas, madrasta é apenas um nome feio para mãe – neste caso, uma mãe que inveja a filha que vira mulher enquanto ela envelhece. Repare: o conflito só começa depois que o espelho informa que a madrasta não é mais a nº 1 do reino – a identidade feminina da adolescenteBranca de Neve já está em construção. E a obra se completa com um leve toque de machismo: assim como a Bela Adormecida, ela só conquista o príncipe semimorta – ou seja, inerte, quietinha, comportada, como se espera de uma boa moça.

Para maiores - Todo namorado tem um pouco de “espelho, espelho meu”, constantemente requisitado a confirmar que, sim, a parceira é a mais linda e, não, não existe mais ninguém. E que ele a ama. Pra sempre. De verdade.



sexta-feira, 27 de julho de 2012

Minhas férias

Olá pessoal, boa noite a todos, hoje é aniversário de uma super ex colega minha, tá, vocês não tem nada a ver com isso, mas só para comentar.
Outra novidade é que a partir da semana que vem inauguraremos uma nova série nas sextas feiras que se chamará algo parecido com: "A verdadeira moral da história", aguardem.
Era para ser hoje, mas resolvi guardar para o mês que vem.
Hoje vamos de LFV, ou não, essa cronica eu li na escola para ter uma ideia dela, muito boa, e além disso essa é a minha singela homenagem a minha ultima sexta feira de férias antes do semestre final de 2012,  recomendo a leitura..
Link original aqui.
Até mais, fui.




 Minhas Férias



Eu, minha mãe, meu pai, minha irmã (Su) e meu cachorro (Dogman) fomos fazer camping. Meu pai decidiu fazer camping este ano porque disse que estava na hora de a gente conhecer a natureza de perto, já que eu, a minha irmã (Su) e o meu cachorro (Dogman) nascemos em apartamento, e, até cinco anos de idade, sempre que via um passarinho numa árvore, eu gritava “aquele fugiu!” e corria para avisar um guarda; mas eu acho que meu pai decidiu fazer camping depois que viu os preços dos hotéis, apesar da minha mãe avisar que, na primeira vez que aparecesse uma cobra, ela voltaria para casa correndo, e minha irmã (Su) insistir em levar o toca-disco e toda a coleção de discos dela, mesmo o meu pai dizendo que aonde nós íamos não teria corrente elétrica, o que deixou minha irmã (Su) muito irritada, porque, se não tinha corrente elétrica, como ela ia usar o secador de cabelo? Mas eu e o meu cachorro (Dogman) gostamos porque o meu pai disse que nós íamos pescar, e cozinhar nós mesmos o peixe pescado no fogo, e comer o peixe com as mãos, e se há uma coisa que eu gosto é confusão. Foi muito engraçado o dia em que minha mãe abriu a porta do carro bem devagar, espiando embaixo do banco com cuidado e perguntando “será que não tem cobra?”, e o meu pai perdeu a paciência e disse “entra no carro e vamos embora”,, porque nós ainda nem tínhamos saído da garagem do edifício. Na estrada tinha tanto buraco que o carro quase quebrou, e nós atrasamos, e quando chegamos no lugar do camping já era noite, e o meu pai disse “este parece ser um bom lugar, com bastante grama e perto da água”, e decidimos deixar para armar a barraca no dia seguinte e dormir dentro do carro mesmo; só que não conseguimos dormir, porque o meu cachorro (Dogman) passou a noite inteira querendo sair do carro, mas a minha mãe não deixava abrirem a porta, com o medo de cobra; e no dia seguinte tinha a cara feia de um homem nos espiando pela janela, porque nós tínhamos estacionado o carro no quintal da casa dele, e a água que o meu pai viu era a piscina dele e tivemos que sair correndo. No fim conseguimos um bom lugar para armar a barraca, perto de um rio. Levamos dois dias para armar a barraca, porque a minha mãe tinha usado o manual de instruções para limpar umas porcarias que meu cachorro (Dogman) fez dentro do carro, mas ficou bem legal, mesmo que o zíper da porta não funcionasse e para entrar ou sair da barraca a gente tivesse que desmanchar tudo e depois armar de novo. O rio tinha um cheiro ruim, e o primeiro peixe que nós pescamos já saiu da água cozinhando, mas não deu para comer, e o melhor de tudo é que choveu muito, e a água do rio subiu, e nós voltamos pra casa flutuando, o que foi muito melhor que voltar pela estrada esburacada; quer dizer que no fim tudo deu certo.


Veríssimo, Luis Fernando. O Santinho. Rio de Janeiro. Objetiva

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Filosofia de um pardal

Bom dia galera!!!
Ótimo dia aliás, hoje não é um dia qualquer, muito menos essa postagem é uma postagem qualquer, esta postagem é a de número 500, isso, meio mil e com isso chegamos a incríveis 22 mil visitas, baita legal isso.
Valeu galera, conto com a visita de vocês nas próximas 500 postagens também...
Conto com visitas, comentários, sugestões, namoradas, ops, lugar errado aqui.
Hehehehe mas voltando ao assunto, a história em sí é precária, mas a moral é muito boa, então lá vai ela em texto e em foto. Pode ser vista aqui. Vale a pena ver, o pardalzinho se mexe hehehehe




Filosofia de um pardal

Um Pardal cansado da vida rotineira resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura, voou até uma região gelada e não podendo mais voar, caiu ao chão e quando estava quase morrendo congelado, uma vaca o viu e cagou em cima dele e a merda quente o salvou.
Sentindo-se muito bem, começou a cantar, um gato ouvindo seu canto, seguiu-o, tirou-o da merda e comeu-o.

Conclusão

I - Nem sempre quem caga sobre você é seu inimigo.
II - Nem sempre aquele que te tira da merda é seu amigo.
III - Desde que você se sinta confortável, mesmo estando na merda, fique de bico calado.
IV - Quem está na merda não canta.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

O velho pedreiro

Olá galera, quanto tempo que eu não programava mais uma postagem!!!
Se não funcionar é culpa da sexta feira 13. hehehehhe
Certa vez ví uma frase que dizia assim:
"Gatos pretos não dão azar na sexta feira 13, o que dá azar é nascer idiota."
Hoje voltamos a ter uma história profunda. Dessa vez sobre pedreiros, cujos quais tenho 3 tios meus que o são. Essa história é uma das mais profundas que eu já vi, muito realista também.
Boa leitura e reflitam sobre o rumo que você tomara nas decisões do hoje elas afetarão muito o amanhã.
Boa leitura e até mais. Link aqui.


Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.

A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.

Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente....

O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção.
Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e constróis paredes. Alguém já disse que:
"A vida é um projeto que você mesmo constrói".

Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto a construa com sabedoria!
E lembre-se:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Ame como se nunca tivessem lhe magoado antes. Dance como se ninguém estivesse olhando.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Amor!

Ó que lindino o título da postagem dessa sexta feira chuvosa...
Então, esse texto, parece ser uma crônica, ou também uma piada, sei lá, só sei que foi a cobaia de hoje.
Boa leitura, link aqui e até mais.


"Amoreco", você me ama?
- Que pergunta, meu bem. Claro que sim!
- Então fala...
- Fala o quê?
- Que me ama, oras...
- Mas eu não acabei de dizer?
- Não... você disse apenas que sim.
- Então...sim.
- Não é isso que eu quero ouvir.
- O que você quer ouvir?
- Que você me ama...
- Pra quê se você já sabe que sim?
- Uma mulher precisa ouvir, de vez em quando, que é amada.
- Mas eu já disse isso tantas vezes pra você e ainda assim você não se convenceu?
- Sabe quando foi a última vez que você disse que me amava?
- Sabe que não sou muito bom de guardar datas, mas como eu digo isso sempre não sei lhe responder.
- Foi naquela viagem para Ubatuba que fizemos.
- Aquela da faculdade, onde ficamos todos amontoados numa casinha que mal cabiam as malas?
- É, essa mesma. E isso faz oito anos. Veja quanto tempo faz que não me diz o que quero ouvir.
- Mas eu disse agora pouco - tentando escapar da investida.
- Não disse que me amava. Disse que sim quando perguntei se me amava - irritada.
- E não é a mesma coisa? Isso não diz o que sinto?
- É, mas não é. Eu sei que você quis dizer que me ama, mas a frase pronunciada por inteiro "Eu te amo" você não disse.
- Então tá: Eu te Amo. Tá bom assim?
- Tá, mas eu não senti emoção nesta sua frase.
- Mais essa agora...
- É, mais essa sim. Você já viu como os galãs falam "eu te amo" na novela das oito?
- Na novela é outra história...
- Como assim outra história? Amor é amor...
- Mas eles são atores, muito bem pagos para isso e não têm o compromisso de ter que ficar falando isso a toda hora, todos os dias até o fim de suas vidas.
- Mas eu não peço para você ficar dizendo isso a toda hora, todos os dias até o fim de sua vida.
E outra, toda mulher sonha com um homem desses, como das novelas.
- É, mas na realidade isso não existe.
- Claro que existe! A Julinha diz que o marido dela diz todo dia que a ama e ainda a cobre de flores e presentes quando chega do trabalho. Além de muito sexo - todos os dias.
- Ah, mas também com uma mulher como a Julinha - Até eu!
- O QUÊ?
- Nada, Nada... EU TE AMO! EU TE AMO!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O urubu e o pavão

Bom, final de semana prolongado para alguns e finalmente chegou a hora de publicar uma postagem com um apelo mais de moral, mais emocionante por assim dizermos.
Satisfazendo o comentário do leitor anonimo, ou não pois hoje não será uma postagem de autoria ou não de LFV, mas espero que gostem.
Link original aqui.



Há um conto japonês milenar que diz mais ou menos assim:
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
— Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
— Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...
Então cruzaram... e daí nasceu o peru: Que é muito feio e não voa!

Moral da história: Se tá ruim, não vem com gambiarra que piora!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Adivinha quem é

Pois bem, sexta feira, para nooooooosaaaa alegriiiiiiaaaaaaaa....
Hoje a postagem tem um cunho, diríamos um tanto quanto mais em se assemelhar com uma crônica e nisso o mestre absoluto é Luiz Fernando Veríssimo, hoje não podia ser de outro autor a postagem, se é que realmente é dele essa, pois muitas postagens atribuídas a ele não são realmente dele, entenderam?
Boa leitura e até mais!!!
Link original aqui.



Tudo começou quando ele chegou por trás dela, tapou seus olhos e disse: — Adivinha quem é?
E ela:
— George Clooney.

Pra quê. Inauguraram-se três linhas de raciocínio. Uma: ela realmente pensara que o George Clooney entrara na sua cozinha, pé ante pé, tapara os seus olhos com suas mãos e dissera “Adivinha quem é?”, ainda por cima em português.
— Por que não? — disse ela. E arrematou: — Tudo é possível.
— Faça-me o favor — disse ele. — O que o George Clooney estaria fazendo, já não digo na nossa cozinha, mas no Brasil, sem ninguém saber? Hein?
— Veio lançar um filme.
— Muito bem. Veio lançar um filme, se perdeu na cidade, entrou no nosso prédio, entrou no nosso apartamento, viu a porta da nossa cozinha aberta e você aqui, de bermudas, cortando cenoura, e decidiu entrar?
— Tudo é possível.
— E o português? Como é que ele sabe português?
— Como é que você sabe que ele não sabe português?
— Como é que ele passou pelo porteiro sem ser anunciado? Como é que tinha a chave do apartamento? Ora, faça-me o favor!

Segunda linha de raciocínio: fora uma brincadeira. Claro que ela sabia que não era o George Clooney, era o marido. Dissera “George Clooney” para fazer ele rir. Não esperava que ele não fosse gostar da brincadeira. O George Clooney na minha cozinha? Eu nestes trajes? Cortando cenoura? Claro que era impossível. Brincadeira.
— Não foi brincadeira.
— Foi, bem.
— Não foi. Do jeito que você disse “George Clooney”, não foi.
— Foi o quê?

(Chegamos ao terceiro raciocínio.)
— O tom em que você disse “George Clooney”. Quase um lamento. O que você realmente estava dizendo era “que remédio, só pode ser o chato do meu marido. Não pode ser outro homem, outra vida, outro futuro, longe desta cozinha, longe de tudo que é pequeno e mesquinho e previsível e...”
— Bem, vai pra sala ver seu “Jornal Nacional”, vai.
— A cenoura é pra quê?
— Refogado com vagem. Como sempre.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O tempo

Beleza?
Depois da vergonhosa postagem da semana passada e da postagem fodástica de ontem, venho-me aqui para postar uma bela história emocionante e profunda.
Eu lí ela no Facebook, perdi e recentemente achei e estou postando para vocês lerem e refletirem. Link original aqui. Até mais. Obrigado pelas visitas.

O tempo


Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.
Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:
Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.
Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.
Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.
Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...
Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.
Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?
Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:
Sobe, amor, que eu te levo.
O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?



Ela respondeu: O tempo.
O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?
Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Faça Força

Postagem vinda daqui. em breve comentaremos mais.
Pois bem, agora é o primeiro breve, essa baita crônica foi sugerida pela minha quirida colega @Cris_tinaM, fica a dica visitar o Blog dela que em tantas postagens inspirou este aqui. Brigadão Cris... Se precisar, tamo aew..
Ótimas novidades em breve. Aguardem.


Faça força


A importância das pequenas coisas. O poder transformador (ou destruidor) dos mais ínfimos detalhes. Não é isso o que estamos sempre dizendo uns aos outros, e não é a respeito disso que nos alertam os próceres da autoajuda e das regras do bem-viver? O detalhe... aquele mísero nada que, a bem da verdade, pode representar o tudo e mais um pouco dele todo.

O cedilha, por exemplo. Aquele discreto e quase imperceptível tracinho que enfiamos sorrateiramente embaixo da letra “c” a fim de não só indicarmos a correta pronúncia do fonema, mas para, também e principalmente, com isso, alterarmos substancialmente o significado de uma palavra e, ipso facto, todo o conceito de uma ideia e/ou de uma frase. Sou um idólatra do cedilha devido a esse poder que ele sustenta latente, mesmo mantendo toda a fleuma e discrição (olha o cedilha aí, pela primeira vez nesse texto) que sua aparentemente insignificância visual esconde. Experimente prescindir do cedilha em uma palavra que exija o cê-cedilha e veja o que acontece.

Quer um exemplo?

Ei-lo:

Experimente botar-se a lavar a louça e esquecer do cedilha ao twittar para todos os seus seguidores a atividade à qual você está dedicado naquele momento. Não haverá 140 caracteres capazes de banir da mente mal-intencionada da galera a certeza de que você, desprovido de cedilha, estava passando por maus bocados em um antigo hospício alienista machadiano metido a dar banho em uma das internas. Lave, portanto, sua louça, sempre com cedilhas, para evitar compreensões errôneas.

Cuide, também, de preencher o vazio de sua existência com a resolução de caça-palavras devidamente adornados com o crucial cedilha, caso contrário, seu nome ficará conhecido na praca... quer dizer... na praça como aquela figura pouco asseada que se dedica a um estranho passatempo intitulado caca-palavra, seguramente composto pela busca frenética por termos de baixo calão.

Tenha, portanto, ciência da força dos pequenos detalhes. Se cometeres a imprudência de esquecer do cedilha na frase anterior, releia-a e veja só no que pode dar... (Aliás, releia o título desta crônica sem o dito-cujo...)

(Crônica publicada no jornal Pioneiro em 16 de março de 2012)